Monday, May 30, 2005

YJLH x 4




sou eu a rapariga que se esconde por trás do mau feitio
e pelo menos hoje a minha voz vai falar mais alto do que tudo o resto*

tu que tens a força decidida que há tanto procurava
e a capacidade de sonhar que me falta mas de que tanto preciso
tu que não tens medo de quem sou ou fui
que vês em mim o que nem toda a gente conseguiu ver...
e que fazes por mim o que mais ninguém fez...
[acreditar em NÓS e lutar por NÓS todos os dias]


Já te disse antes e repito: se não for por ti também não é por mais ninguém.


.4.


...E muita paciencia tens tu! ;* YJLH *

Sunday, May 29, 2005

cover sleeve

...dos Coldfinger. são 5 e tal da manhã e eu reencontrei esta música na minha playlist. quem disse que em Portugal não se faz boa música? :) e não me parece que hajam muitas músicas tão boas quanto esta para dizer adeus a alguém que já amamos.

I wonder if i ever let you down
did you keep on moving
I wonder, when i took my feet from off your ground
did you keep on going

If you ever need me, just remember
all the times when we wandered free
If you ever miss me, don't you know
that i feel the same way

I wonder, did i ever fail you
did you give up dreaming
I wonder, when i had to go
did you stop believing

Don't you know every sould must grow older
but our past belongs to you
and it should make you stronger

If you ever need me, just remember
all the times when we wandered free
If you ever miss me, don't you know
that i feel the same way

Don't stop moving, you must keep on going
don't you stop believing, you should go on dreaming
Don't stop moving, you must keep on going
don't you stop believing,
'cause its people like you that make the world go...

If you ever need me, just remember
all the times when we wandered free
If you ever miss me, don't you know
that i feel the same way

If you ever need me, just remember
and i'll always be there
If you ever miss me, don't you know
...don't you know...
...we will meet again
...we will meet again

Sunday, May 22, 2005

05/22/05

O meu canário. Adormecer sobra a barriga do meu pai. Comer iogurtes Longa vida todas as noites antes de dormir. Cantar a “nasce selvagem”. Ser a primeira da classe a aprender a ler. As tardes de Verão passadas no Guincho, no Baleal e em S.Julião. Ficar dias inteiros a brincar com os meus primos ou com os meus vizinhos. O fiat 127 com a buzina da “cucaracha”. Construir casas com caixotes. Os banhos de mangueira no quintal da minha avó. Os tralhos de bicicleta e patins em linha. Jogar à bola todos os dias com os miúdos da minha rua. Saltar a fogueira. Os recreios passados no “pneu” a “namorar”. Ter a minha mãe quase só para mim. As marchas populares. A minha lancheira das tartarugas ninja quando todas as outras miúdas tinham lancheiras da Barbie. Fugir da catequese. Quando recebi a Barbie Rollerblade. O meu primeiro grande amor, dos 10 aos 15 anos, o Miguel. O primeiro beijo sentido. A primeira dança. A maior vergonha da minha vida. As festas de aniversário dos colegas nas respectivas garagens e afins. Percorrer o país de norte a sul com as minhas melhores amigas. O nascimento da Mariana. A viagem a Londres. O meu segundo grande amor (2001/2002), o Eric. A festa na praia em que começámos a namorar. A minha primeira vez. Ter vindo de França para passarmos a noite da passagem de ano juntos. A viagem a Palma de Maiorca. A rosa que me deu no intervalo das aulas. O twix que comprou para mim antes do meu teste. Abril: o meu coração partido pela primeira vez. O Sporting Campeão ao fim de 18 anos sem lhe calhar nada. Conhecer o Pedro. Estar em Góis com o Pedro. Os almoços no Mr. Burguer com o Pedro. A viagem a Lloret. As baldas ás aulas para ir à tasca do senhor Manel com a Rodri, com a Filipa…e com o resto do pessoal. As aulas de canto. As tardes n’O Padeiro a jogarmos ás cartas. As noites de farra na Ericeira. O meu 18º anivesário que acabou com mergulhos na piscina. Ter ido quase sem dormir fazer um teste de psicologia e sacar um 19. Conhecer o Diogo. O abraço que demos no Cais do Sodré. Acabar o secundário com média de 16. Entrar na Escola Superior de Comunicação Social. Conhecer a Andreia e a Ritinha e ficar amiga delas desde o primeiro instante. Conhecer nesse mesmo ano uma parte significativa daqueles que são agora as pessoas mais próximas de mim. As primeiras festas e as primeiras bezanas enquanto estudantes universitárias. Ter tirado a carta. 14 de Fevereiro de 2004: na estação de comboios de Campolide…despedir-me de alguém com a certeza de que ia amar aquela pessoa. Os 9 meses que se seguiram. Ter batido com o carro duas vezes no mesmo dia e os meus pais terem sido super porreiros em relação a isso. O meu 19º aniversário: as palavras mais lindas que já me escreveram. Dias passados a dormir. Noites inteiras acordada. Novembro de 2004: o meu coração partido pela segunda vez. Dezembro de 2004: o Natal mais triste de toda a minha vida mas ao mesmo tempo o mês que mais me fez crescer. Perceber que tenho alguns bons amigos que me adoram e com os quais posso contar. A passagem de ano mais psycho de todas. Deixar o André entrar na minha vida. As noites que passámos acordados juntos. As conversas e o crepe com chocolate e gelado que partilhámos. Ano Novo, Vida nova. Conhecer o Gonçalo e renascer. Aquilo que ele me disse ao ouvido enquanto agarrava a minha mão. Ter a coragem de voltar a tentar. Tatuar a borboleta sem os “cotas” saberem. Ter o namorado mais dedicado de todos. Orgulhar-me dele todos os dias. O próximo Verão cada vez mais perto. E eu em vias de ser uma madrinha muito babada, as surpresas que me fizeram ontem á noite………………

Fazendo o balanço destes 20 anos foram estes alguns dos momentos recordei, comprovando que mais facilmente recordo todos aqueles que são bons. Se a minha vida valeu a pena até agora…também vou conseguir fazer com que valha a pena daqui para a frente. Quem entra no meu coração um dia nunca mais sai de lá.

Monday, May 09, 2005

reflexão do dia -lol-

A forma como uma relação começa determina a maneira como termina?

Talvez o seu início não determine de forma inequívoca o destino de um namoro mas acredito que a forma como começa influencia em muito a maneira como este irá terminar ou perpetuar-se.

Por exemplo, quando um namoro começa por ser perfeito, com tudo no lugar certo, com as palavras certas, com os sentimentos certos, sem discussões, sem quaisquer obstáculos ou dificuldades, o mais provável é não se aguentar por muito tempo. Diz-me a experiência que namoros inicialmente perfeitos abrem mais facilmente as portas ás desilusões, à infelicidade.
Passo a explicar: se uma coisa começa mesmo muito bem, mais difícil será tornar as coisas gradualmente melhores, ou, será tanto mais difícil tornar as coisas melhores quanto maiores forem as expectativas desde logo alimentadas; mais fácil será que a relação evolua negativamente do que positivamente; também pode acontecer que, pelo facto de as pessoas se habituarem a esse paraíso inicial, percam a excitação logo que surja o primeiro obstáculo; pode acontecer ainda que, ao surgirem os problemas…e sem solução para esses problemas à vista, uma pessoa deixe a situação arrastar-se por tempo indeterminado, sem ter a capacidade de assumir que a magia acabou, por ainda estar presa ás imagens/memórias do início tão “perfeito” da relação. E tendo em conta as tais expectativas criadas em conjunto pela aparente perfeição inicial, qualquer final que a relação tenha…terá mais probabilidades de ser infeliz do que de ser feliz. Pois ainda que as duas pessoas consigo ficar em paz um com o outro e consigo mesmos, vai sempre ficar a tristeza de um sonho que sonharam um dia e que ficou por realizar. Agora ponham esta teoria do avesso: se uma relação começa logo por ter de lutar para sobreviver a determinadas barreiras, ela fica desde logo fortalecida para as eventuais barreiras do futuro. Talvez eu esteja a ser demasiado pessimista….ou talvez não. Talvez eu tenha visto, e vivido, muitas coisas que me fizeram pensar assim. Ou talvez eu tenha tido apenas azar e a minha experiência não sirva de exemplo a ninguém. As relações que mais perfeitas foram, foram as que da pior forma, ou da maneira mais parva, terminaram.

Actualmente tenho a meu lado uma pessoa que já conhece todos os meus podres e a quem conheço bem os defeitos, que sabe tão bem quanto eu o que é preciso para fazer uma relação funcionar: amor, respeito, força de vontade, acreditar.
A nossa relação não começou por ser perfeita, mas a sua “perfeição” actual reside na nossa vontade de vir a torná-la cada vez melhor, a cada dia. Eu acredito que ele não me vai trocar por uma qualquer novidade quando os problemas nos apanharem, e ele acredita que eu o ponho à frente dos meus problemas do passado. Ele é tudo aquilo de que preciso.

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Tuesday, May 03, 2005

Actualmente tenho conseguido exprimir-me melhor com imagens do que com palavras...

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Monday, May 02, 2005

I want to thank You...


...for giving me the best day of my life...




*Just to be with You is having the best day of my life*